
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Coreia do Norte expulsa inspectores da ONU e anuncia que vai reactivar programa nuclear

domingo, 12 de abril de 2009
CSI nuclear?

"(...) O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, não falou nesta nova variante de ciências forenses, no seu discurso sobre o nuclear no domingo passado. Mas o tema das novas formas de dissuasão estará certamente na sua agenda, diz Allison: "O Presidente Obama já declarou que a ameaça do terrorismo nuclear se eleva acima de todas as urgências, e comprometeu-se a agir. Actualizar os conceitos do século XX para se adequarem às ameaças do século XXI deve ser uma grande prioridade da sua Administração, e há sinais de que assim é."
As ciências forenses nucleares juntam várias competências, da física e da química, para detectar a origem de materiais radioactivos, tanto antes de serem detonados como depois. Ou que nunca serão detonados, como os materiais usados em máquinas de raios-X, por exemplo, mas que por vezes são alvo de tráfico ilícito na União Europeia, juntamente com outros materiais mais preocupantes - como urânio altamente enriquecido, produzido em algumas centrais e usado nas armas nucleares.
Identificar de que zona do mundo terá vindo o urânio (pois cada minério, consoante a região geográfica de onde é originado, tem composições ligeiramente diferentes, com uma assinatura própria), que tecnologia terá sido usada para o purificar. Ou, no caso de serem pastilhas como as usadas nas centrais nucleares, onde são usadas (cada máquina pode ter diferentes formatos, por exemplo).
Tudo isto segue regras semelhantes às dos especialistas forenses, que recolhem fios de cabelo, impressões digitais e outras amostras biológicas ou não no local de um crime, para tentar chegar ao culpado.(...)"
Não dá para esconder...

"(..) Hoje, os cientistas garantem que seria impossível a alguém testar uma bomba nuclear sem que as redes que medem e vigiam os tremores da Terra, as suas vibrações e sons, até infra-sons, ou os níveis de radioactividade e alterações na atmosfera, a detectassem. Foi essa a conclusão de Raymond Jeanloz, astrofísico da Universidade da Califórnia, que preparou um relatório sobre o tema para a conferência Reiquejavique Revisitada, em 2007, encontro que assinalou a cimeira histórica de 1986 entre o Presidente dos EUA, Ronald Reagan, e o líder da então União Soviética, Mikhail Gorbatchov, cimeira onde começou a derreter o gelo da guerra fria. A figura aqui representada é do seu relatório, e ilustra como um sismógrafo não confundiria a assinatura da detonação de uma bomba nuclear com outras explosões ou sismos (...)"
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Nuclear em debate

O semanário Expresso abriu esta sexta uma linha de debate sobre o nuclear aqui.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Teerão critica afirmações do Presidente dos EUA sobre programa nuclear iraniano

Notícia do Público de hoje (07.04.09):
Os comentários do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Hassan Qashqavi, surgem um dia depois de Obama ter falado sobre a necessidade de acabar com as armas nucleares no mundo. O discurso em Praga no domingo foi recebido com uma maior urgência, dado o lançamento no mesmo dia de um míssil norte-coreano.
O Presidente dos EUA rompeu com a Administração anterior, ao tentar envolver o Irão em negociações diplomáticas. Mas ontem afirmou que enquanto o Irão for uma ameaça, Washington não abdicará do seu escudo antimíssil na Europa.
"Parece haver uma repetição das acusações das administrações anteriores, em contraste com o slogan de mudança [de Obama]", afirmou Qashqavi, citado pela Reuters. "E essa coisa - armamento nuclear - não existe no Irão para que seja sentida como ameaça." Teerão tem insistido que o seu programa nuclear tem objectivos estritamente civis, para produção de energia, mas vários países ocidentais suspeitam que esteja a ser desenvolvido um arsenal atómico.
"Nós, como o resto da comunidade internacional, estamos à espera de um mundo sem armas nucleares", afirmou Qashqavi. "A nossa expectativa em relação aos EUA e outros é que tomem medidas sérias para o desarmamento nuclear e o desmantelamento de armas de destruição maciça." Comentando o lançamento do míssil norte-coreano, o mesmo responsável disse que as actividades dos dois países não estão relacionadas. Mas afirmou que Pyongyang tem todo o direito de lançar um satélite.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Hiroshima
domingo, 22 de março de 2009
Leis dos Gases Ideais
quinta-feira, 19 de março de 2009
Os gases ideais
Esperamos que gostem :)
O Grupo:
Ana Margarida
Bruno Rebelo
Catarina Ribeiro
Décio Costa
Pedro Oliveira
Susana Castro
terça-feira, 17 de março de 2009
Reunião da OPEP

A decisão, tomada após o encontro dos 12 países membros em Viena, teve como principal justificação o facto de o corte de produção de 4,2 milhões de barris por dia decidido em Setembro passado não ter sido ainda posto totalmente em prática por muitos países. Mesmo a Venezuela, um dos países da organização que têm defendido a redução da produção para sustentar o nível de preços, acabou por aceitar este argumento. "Não faz sentido propor um corte se os acordos anteriores ainda não foram cumpridos", disse Rafael Ramirez, ministro venezuelano da Energia e Petróleo.
Decisivo também para esta posição poderá ter sido o facto de, na actual conjuntura, um regresso dos preços do petróleo a valores mais elevados poder contribuir para colocar a economia mundial numa situação ainda mais difícil, o que, a prazo, também seria prejudicial para os países produtores.
A Arábia Saudita, o maior produtor, parece, nesta fase, ser a principal defensora de uma estratégia cautelosa da OPEP, que não afecte demasiado a já débil saúde dos países consumidores. Na semana passada, o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama telefonou ao rei Abdullah da Arábia Saudita, uma acção que os analistas dizem poder ter sido importante na decisão de ontem. A OPEP vai voltar a reunir-se no final de Maio. S.A
quinta-feira, 12 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
Video da aula prática - Leis dos Gases
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Os profissionais

Vânia prepara-se para saltar ...terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Carros a Hidrogénio de Gás Natural

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Gás em Portugal


O modelo para o sector do gás em Portugal
Dado o estado emergente do sector, Portugal beneficia de uma prorrogação que estabelece que:
- Até Abril de 2007, clientes que representem pelo menos 33% do consumo anual do gás deverão ter acesso ao mercado em condições concorrenciais.
- Até Abril de 2009 deverá estar liberalizada a comercialização a clientes não domésticos.
- Até Abril de 2010 todo o mercado deverá estar liberalizado.
- Importação de gás natural
A actividade de importação de gás natural consiste na celebração de contractos com os produtores e exploradores de gás natural. Actualmente existem dois contractos de longo prazo de forneciamento de gás natural, com a Sonatrach, empresa Argelina, e com a NLNG, empresa Nigeriana, sendo o primeiro para o fornecimento de gás através do gasoduto do Magrebe e o segundo sob a forma de gás liquefeito através de navios metaneiros.
Estes contratos estabelecem a obrigação de fornecimento de gás natural por parte dos produtores, assim como a obrigação de aquisição e de pagamento das quantidades consumidas ou não por parte da Transgás (regime Take-or-Pay).
- Recepção, armazenagem e regasificação de gás natural liquefeito (GNL)
Esta actividade é desenvolvida pela através do terminal GNL em Sines. Este terminal é responsável pela recepção do gás natural liquefeito transportado pelos navios metaneiros, assim como pela consequente armazenagem, regasificação e emissão do gás natural para a rede de transporte.
- Transporte
O transporte de gás natural é efectuado através de uma rede de gasodutos de alta pressão. Além dos gasodutos, o sistema de transporte de gás natural também inclui as estações de suporte, assim como os centros de despacho e de manutenção.
A rede de transporte estabelece a ligação desde os gasodutos internacionais e o terminal de regasificação até à rede de distribuição, assim como aos clientes com ligação directa à rede de transporte, nomeadamente as centrais eléctricas ciclo combinado a gás natural, co-geradores ou grandes clientes industriais.
- Distribuição
A rede de distribuição de gás natural é constituída por gasodutos de média pressão (entre 4 e 20 bar), por redes locais de baixa pressão (entre 1 e 4 bar) e ainda por pequenos ramais (inferior a 1 bar). Esta rede serve maioritariamente o sector residencial, comercial e pequena e média industria.
Actualmente, a rede de distribuição de gás está organizada em torno de seis áreas de concessão e de sete redes autónomas de distribuição de gás natural. Às seis áreas de concessão correspondem as empresas EDP Gás - antiga Portgás - (EDP detém uma participação de 72,0%), Beiragás, Lusitaniagás, Tagusgás, Lisboagás e Setgás (EDP detém uma participação de 19,8%). Às redes autónomas de gás natural foram atribuídas licenças às seguintes empresas: Duriensegás, Dianagás, Medigás e Paxgás. Enquanto que as áreas de concessão estão conectadas à rede de transporte de gás natural, as redes autónomas (em localidades de menor densidade populacional) são abastecidas através de camiões cisterna.
