Preparação da solução de diamina
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Formação do nylon 6,10
Men at workMais um bom trabalho.
blogue de Química do 12ºCT7 da ESFH-Guimarães
A prata é tratada com um revestimento que acaba com o problema do enegrecimento deste metal precioso.
«O problema da prata, quando se limpa, é que a superfície que é exposta fica mais reactiva. Ou seja, quanto mais vezes limpamos mais depressa ela vai enegrecer», explica à TVI Ana Paula Piedade, investigadora da Universidade de Coimbra.
O novo produto permite que as peças de prata mantenham todas as características durante anos, incluindo o brilho e a cor. A patente já foi registada para utilização industrial."
Fonte: IOL Portugal Diário Online




Medicina Nuclear permitirá ver as doenças a partir do exterior
por Lusa 06 Abril 2009
A Medicina Nuclear apresenta múltiplas possibilidades terapêuticas, ainda mal exploradas, mas no futuro permitirá ver as células, as suas funções e a evolução da doença a partir do exterior, vaticionou hoje o especialista Pedroso de Lima.
Ao proferir a conferência inugural nas comemorações dos 20 anos da Medicina Nuclear nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), disse que com os avanços em curso será possível perspectivar-lhe "um futuro altamente promissor".
"Com um melhor conhecimento biológico avançará em flecha o papel da Medicina Nuclear", frisou, acrescentando ser possível caminhar na personalização da medicina através das terapêuticas génicas.
João José Pedroso de Lima, especialista nesta área e docente na Universidade de Coimbra, referiu entre os vastos domínios de aplicação o apoio à cirurgia, possibilitando uma intervenção mais precisa, e no diagnóstico e tratamento de doenças, nomeadamente em oncologia, e neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson.
"Deu uma nova perspectiva aos profissionais. Não é só uma mudança de escala, de dimensão dos órgãos e das moléculas", frisou, ao proferir a conferência "Medicina Nuclear: que futuro?".
Segundo Pedroso de Lima, já há uma "lista imensa" de moléculas em estudo, para o seu conhecimento bioquímico, com marcadores específicos a nível de tecidos e de células, que são "extremamente importantes em várias áreas" da medicina.
Para o especialista, a Medicina Nuclear "é um caso verdadeiramente único de envolvência interdisciplinar", nomeadamente da física, da química, da biologia, da medicina, da instrumentação ou das ciências computacionais.
Um dos grandes desafios neste momento passa pela melhoria da qualidade da imagem, do aumento das áreas de detecção e na diminuição das radiações ionizantes.
Os HUC assinalaram hoje os 20 anos do primeiro estudo em Medicina Nuclear. Nestas duas décadas aqueles serviços hospitalares totalizaram 681.851 exames e tratamentos, tendo sido pioneiros em Portugal na utilização de várias técnicas.
Bem espero que tenham gostado tanto do vídeo como da noticia e para aqueles que estão relutantes em aceitar que a energia nuclear é uma coisa má que estejam mais esclarecidos sobre os seus benefícios.
Olá Professor e colegas.
Vou fazer um post sobre o maior crime de guerra do mundo, o holocausto nuclear contra as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. Onde, cerca de 200 mil civis inocentes foram condenados à morte.
Os Bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki foram ataques nucleares ocorridos no final da Segunda Guerra Mundial contra o Império do Japão realizados pela Força Aérea dos Estados Unidos da América na ordem do presidente americano Harry S. Truman.
O plano original previa ataques com bombas atômicas a quatro cidades japonesas. O comitê de alvos do projeto Manhattan decidira atacar Hiroshima, pois segundo as minutas das reuniões desse comitê, em razão de seu tamanho e planta, “... grande parte da cidade seria extensamente danificada...”, Nagasaki e Kyoto, pois, ainda de acordo com essas minutas, Kyoto “...era um centro intelectual do Japão e seu povo é mais capaz de avaliar o significado de uma arma assim...”
Foi então que, no fatídico dia 06 de Agosto de 1945, movidos além de tudo por um sentimento indissimulável de vingança pelo ataque japonês à base militar de Pearl Harbor, aviões estadunidenses se aproximaram do primeiro alvo a sofrer os horrores das armas nucleares. Hiroshima, a então sétima maior cidade japonesa, com 350 mil habitantes, foi atacada por Little Boy, que até o fim do ano de 1945, decretou a morte de aproximadamente 150 mil japoneses, dos quais apenas 20 mil eram militares. Não satisfeitos com tamanha atrocidade e apenas três dias depois do primeiro ataque, como se fosse possível preparar uma declaração total de rendição incondicional em três dias, os estadunidenses atacaram a segunda cidade-alvo no dia 09 de agosto. Nagasaki e seus 175 mil habitantes foram a vítima de Fat Man, segunda e mais poderosa bomba, que vitimou aproximadamente 70 mil seres humanos na contabilidade macabra feita em dezembro de 1945.
Historicamente, estes são até agora os únicos ataques onde se utilizaram armas nucleares.
Se analisarmos brevemente o número de vítimas de little boy e fat man, 40% da população original das cidades de Hiroshima e Nagasaki morreram na contagem feita em dezembro de 1945. Estes números ainda não refletem a realidade do verdadeiro montante de vítimas das bombas, uma vez que milhares de outras pessoas morreram posteriormente em decorrência dos nocivos efeitos da radiação. Em uma comparação meramente ilustrativa, é como se nos ataques de 11 de Setembro, ao invés de terem morrido três mil pessoas, aproximadamente quatro milhões de nova-iorquinos tivessem perdido sua vida no World Trade Center. E isso não é tudo, pois os efeitos da bomba não são apenas a morte e a destruição imediatas. Até hoje continuam morrendo pessoas vítimas de câncer herdado geneticamente de seus pais e avós, além de ser possível encontrarmos ainda hoje, milhares de pessoas com deformações físicas, câncer congênito, problemas de esterilidade e outras doenças decorrentes da liberação radioativa sobre essas cidades em 1945.
De acordo com estudos realizados nos escombros das cidades, praticamente todas as pessoas que estavam até 1 km do centro da explosão foram mortas instantaneamente (86%). As bombas explodiram nos centros das cidades e pulverizaram escolas, escritórios, prisões, lares, igrejas e hospitais. No centro do ataque, tudo virou pó, não havia cadáveres. Mais longe do ponto zero havia corpos espalhados por toda parte, inclusive de bebês e crianças. De acordo com Peter Scowen, “Yosuke Yamahata foi enviado pelo exército japonês para fotografar Nagasaki no dia seguinte ao bombardeio. Suas fotos mostram uma cidade completamente aplainada, homogeneamente alisada. (...) Ele tirou fotos de uma mãe morrendo de envenenamento radioativo e amamentando seu bebê, também à morte; fotos de fileiras de cadáveres, pais tentando, inutilmente, cuidar das queimaduras no corpinho de seus filhos. Yamahata morreu de câncer em 1966, com 48 anos”. As vítimas da radiação apresentam febre e hemorragias arroxeadas na pele, depois surge a gangrena e o cabelo cai. Esta morte dolorosa, tão parecida com o envenenamento por gás mostarda na tortura lenta que provoca, não era coisa na qual os estadunidenses desejariam que o público se concentrasse após o lançamento das bombas, afinal, os Estados Unidos da América haviam assinado tratados em 1889 e 1907 que baniam o uso de “armas envenenadas” na guerra. Pior que isso, os Estados Unidos haviam concordado com uma resolução de 1938 da Liga das Nações que tornava ilegal o bombardeio intencional a civis. Ou seja, com os ataques de Hiroshima e Nagasaki, os Estados Unidos simplesmente ignorou todos os tratados que haviam assinado até então.
Tempos depois a cidade foi sendo reconstruída. Após mais de 60 anos decorridos da tragédia que marcou a história mundial, Hiroshima se transformou numa cidade moderna e desenvolvida, com árvores, prédios, pessoas circulando e carros, como em qualquer outra. Contudo, as lembranças continuam vivas dentro de cada um. Sendo assim foi construído o Memorial da Paz de Hiroshima, uma das atrações mais visitadas no Japão, servindo de apelo à paz e um acervo cultural.